Na ponta dos pés me quilibro numa realidade viciósa de ser... De ser humano, amante, amigo, filho, universitário, cidadão e crente. Crente de mim, crente de Deus crente do que sou e do que quero ser. O mais dificil é descobrir no que crer. Numa explosão de idéias sem contexto me vejo sem saber de nada. Mesmo porque foi-se a época do "ser" foi-se a época do "ter" hoje o mundo é dominado pelo "parecer". Todos parecem muita coisa, na verdade não são nada, e eu... E eu sou tão pouco!